sábado, 27 de março de 2021

Dodge Fargo Anti-Tank M6 .37mm - 1:35 scale - Parte 3


 Sequência da Montagem do Modelo 


Parecia mais complicado, porém o modelo apesar de algumas correções é bem mais fácil do que eu imaginava, talvez com algumas pequenas modificações ele possa dar um pouco mais de trabalho adiante, mas vamos um passo de cada vez. Muito divertida a sua montagem!








No próximo post mais novidades da montagem

Forte Abraço!

Osmarjun

sábado, 20 de março de 2021

Dodge Fargo Anti-Tank M6 .37mm - 1:35 scale - Parte 2


 Início da Montagem


Peças com detalhes que podem realçar o modelo depois de pronto, porém algumas com falhas na injeção que serão corrigida

 

Chassi






 

Parte Superior







Em breve novas atualizações, até lá!

Forte Abraço

Osmarjun

sábado, 13 de março de 2021

Dodge Fargo Anti-Tank M6 .37mm - 1:35 scale - Parte 1


 Dodge Fargo Anti-Tank M6 .37mm

A escolha desse kit que possuo há muitos anos guardado no meu estoque particular deu-se apenas e simplesmente por eu gostar muito desses modelos fabricados e utilizados pelos americanos durante a Segunda Guerra Mundial nos Teatros de Operações da Europa/África e Pacífico.

Começo sempre fazendo uma apresentação do kit.


KIT

Trata-se de antigo kit da Italeri com a nomenclatura "Anti-Tank Dodge".

O que me fez apaixonar por ele foi a beleza singela do modelo!

Quem leu a apresentação do breve histórico dele no post anterior já entendeu que tratava-se de um veículo que foi concebido para utilização específica, embora durante o processo provou ser ineficaz e com armamento já ultrapassado para as necessidades de época, sendo adaptado depois nas várias frentes para transporte de homens e coisas menos importantes.

 

SPRUES

Embora bem injetados, ainda assim um pouco falhos, talvez por terem sidos fabricados há algum tempo. Hoje as fôrmas evoluíram e oferecem detalhes melhores, mas mesmo assim torna o projeto desafiador


  

MANUAL




DECAIS

Os do meu kit por terem ficado guardados por muito tempo talvez não possam ser aproveitados e eu tenha que utilizar outros de folha à parte ou ainda talvez por escolher outra pintura e por consequência novas marcações


ESTUDO DE CORES E AMBIENTAÇÃO DO MODELO

Quem acompanha meus trabalhos aqui no blog sabe que o Estudo de Cores e Ambientação do modelo é uma fase importantíssima depois da pesquisa histórica. O fabricante além do brevíssimo histórico no início do manual indica as vezes duas ou no máximo três marcações e pinturas. Eu costumo nas minhas pesquisas ir o mais fundo que posso. Nesse caso específico, esse modelo serviu nas três frentes da guerra e oferece uma opção maior, porém as pesquisas fotográficas principalmente não resultam em muitas opções de marcações. Encontrei imagens com variações de armamentos inclusive na dianteira, outra muito interessante de um Batalhão de Engenheiros Sea Bee (Abelhas do Mar) da US Navy naquele tom de cor lindo da Marinha Americana, que seria uma opção muito boa, porém nenhuma retornou o modelo com o armamento original de fábrica .37mm na caçamba, apenas bancos na traseira para transporte de suprimentos e homens, deixando o projeto pouco interessante.

Outra opção seria a já tão conhecida Olive Drab utilizada pelo US Army, Exército Americano na frente europeia, mas ainda assim resta mais uma outra da frente africana com CAMO (Camuflagem) com Olive Drab e "zebrada" com o tom de cor areia. Embora o modelo já esteja em fase de montagem como verão nos posts  que se seguirão à este, ainda estou realizando contatos com Amigos modelistas mais experientes e outros meios que possam me esclarecer as ideias de marcações. Portanto vou definir as cores mais adiante e farei um aparte para explicar essa escolha.

Até lá espero que continuem seguindo a montagem, fiquem à vontade se quiserem me enviar comentários, todos serão bem vindos.

Abaixo vou postar as três opções de cores para a pintura do modelo, com certeza uma delas vai ser a escolhida mais adiante:

Olive Drab US Army
 
CAMO - Olive Drab/Areia - Frente Africana

Azul Acinzentado ou Cinza Azulado - Sea Bee - US Navy

Por enquanto vamos seguindo com as postagens da montagem e outros detalhes que serão mostrados em breve.

Até lá...

Forte Abraço!

Osmarjun

sábado, 6 de março de 2021

Dodge GMC M6 Anti Tank Fargo - Breve Histórico


  Dodge GMC M6 Anti Tank Fargo


No Verão de 1941 preocupados por não terem armamento que pudesse combater a blitzkrieg alemã e sua blindagem, as Forças Terrestres do Exército dos EUA viram a necessidade de construir um caça-tanques que pudesse ser ágil durante essas batalhas nos estágios iniciais da Segunda Guerra Mundial

Inicialmente foram feito testes em veículos leves como os Jeeps, mas as tentativas falharam devido a falta de espaço para suportarem uma arma de 37mm e estes não aguentavam o impacto de recuo.

O experimento foi abandonado e uma plataforma mais resistente foi buscada. No início de 1942, novos testes começaram e um novo veículo de plataforma de armas precisava ser encontrado. O caminhão Dodge WC 52 3/4 ton. parecia um Jeep estendido e portanto mais adequado para o serviço.
 

 Eles entraram em produção com a Divisão Fargo da Chrysler Corp. e um total de 5.380 foram construídos entre abril e outubro de 1942. O M6 foi o caça-tanques mais barato dos EUA na Segunda Guerra Mundial, custando US$ 4.265,00 cada (em comparação com US$ 47.905,00 gastos com os M10 3in. Gun Motor Carriage, que foram baseados no tanque médio M4 Sherman). Na época em que o M6 GMC estava em produção, o canhão de 37 mm já era considerado obsoleto.

O veículo não possuía blindagem alguma, exceto pelo grande escudo de canhão com 0,25 pol. (6,4 mm) de espessura, que protegia apenas a tripulação no enfrentamento do inimigo. Apanhada pela lateral ou pela retaguarda, a tripulação ficaria sujeita a ferimentos causados ​​por armas de pequeno porte e estilhaços de granadas explosivas. 
 

A parte traseira do chassi do veículo era equipada com um pivô rebitado do tipo estrela e a arma normalmente era disparada dali. Quando disparada pela frente, a arma não podia ser totalmente pressionada e a explosão podia estilhaçar o para-brisa e ferir o motorista e seu navegador. Atirando pela retaguarda, o escudo da arma também protegia o motorista e facilitava uma fuga rápida ou mudança de local.

A arma disparava um tiro M74 Armor Piercing (AP) que podia penetrar 1,4 pol. (3,6 cm) de armadura a 500 jardas (460 m). Outras munições transportadas ao longo de sua vida útil incluíram o Projétil M51 com tampa perfurante de armadura (APC) que poderia penetrar 2,4 pol. (6,1 cm) de armadura a 500 jardas e o projétil M63 de alto explosivo (HE). Oitenta cartuchos de munição de 37 mm podiam ser carregados a bordo.
 

A doutrina americana planejava que os destruidores de tanques enfrentassem tanques inimigos, enquanto os tanques eram usados ​​principalmente para apoiar a infantaria. O GMC M6 de 37 mm teve emprego limitado com as forças dos EUA (601º e 701º Batalhões de Destroyers de Tanques) durante a campanha na Tunísia no final de 1942 e início de 1943.

O 601º participou da Operação Tocha, na invasão do Norte da África em novembro de 1942. O M6 foi um fracasso total.

A maioria desses M6s foram repassados aos franceses e alocados para unidades no Norte da África em 1943 e foram também usados ​​durante a Operação Dragão, na invasão do sul da França no verão de 1944. O Corpo de Fuzileiros Navais usou vários M6s no Teatro do Pacífico entre 1943 e 1944. Alguns participaram dos combates em Bougainville e ainda estavam em uso no início de 1944.
 
 

 Logo foi classificado como "padrão limitado”, devido à disponibilidade de caça-tanques mais potentes com montagem de 75 mm (2,95 pol.) e pistolas de 3 pol. (76 mm). Após a campanha da Tunísia, muitos M6 Fargos tiveram sua arma de 37 mm removida e revertida para o papel de caminhão de carga como o WC52.

Outros veículos GMC M6 de 37 mm conseguiram entrar em serviço com o Exército francês e foram posteriormente fornecidos às unidades das Forças do Interior da França (FFI) após a libertação da França. 
 
 Apesar das limitações óbvias do veículo nos campos de batalha do noroeste da Europa de 1944 a 1945, a FFI usava praticamente qualquer veículo que pudesse obter, devido à escassez de equipamentos de todos os tipos.

Foi utilizado do final de 1942 a janeiro de 1945 nos teatros do Mediterrâneo, na Europa e no Pacífico durante a Segunda Guerra Mundial. Alguns poucos foram utilizados na Guerra do Coréia em 1950.



Dados técnicos

Peso 7.350 lbs

Comprimento 14,83 pés

Largura 7,33 pés

Altura 6,90 pés

Tripulação 4 – 1 Comandante e 3 Soldados Armados

Escudo de armadura de arma de 0,25 pol.

Pistola Principal 37mm M3

Dodge T-214, motor de cabeça chata de 6 cilindros e 99 hp

Velocidade máxima 55 mph 
 




No próximo post a apresentação do kit
Até lá...
Forte Abraço!
Osmarjun

sábado, 27 de fevereiro de 2021

A Incrível Vida de Marcel (Garoto francês de seis anos herói na Segunda Guerra Mundial)




A INCRÍVEL VIDA DE MARCEL


Marcel Pinte, garoto de seis anos foi o herói mais jovem da Resistência Francesa na Segunda Guerra Mundial

Ele era um agente de ligação, levando mensagens secretas e cartas para fazendas vizinhas na região central da França.

"Com a mochila escolar nas costas, ninguém desconfiava dele", lembra seu sobrinho.

Por causa de sua memória "assombrosa", confiaram nele para transmitir as mensagens que escondia sob a camisa.

Marcel Pinte tinha seis anos e era o herói mais jovem da Resistência Francesa à ocupação nazista durante a 2ª Guerra Mundial.

Depois de muitos anos, seu nome foi finalmente inscrito em um monumento na França, junto com os de outros que lutaram contra a Alemanha de Hitler.

A criança mensageira morreu tragicamente em agosto de 1944 por um disparo acidental.
 
 Insurgentes se organizaram em toda a França ocupada para combater os alemães

Mas sua memória foi homenageada no Dia do Armistício, 11 de novembro, em uma cerimônia em Aixe-sur-Vienne, perto da cidade de Limoges, no centro da França.

 
Memória incrível

O pai de Marcel, Eugène Pinte (também conhecido por Athos) liderava uma rede da Resistência na remota casa de fazenda da família em La Gaubertie, um vilarejo na área de Aixe-sur-Vienne.

Um de seus netos, Marc Pinte, explica à agência de notícias AFP que Marcel "entendeu tudo de uma vez", por isso conquistou rapidamente a confiança dos guerrilheiros.

Ele estava ansioso para desempenhar um papel na luta contra a Alemanha nazista e se tornou um agente apelidado de "Quinquin", ou "menininho".

Marcel ficou feliz em passar um tempo na floresta com membros da Resistência, conhecidos como Maquisards, onde aprendeu seus métodos clandestinos. 


França emitiu uma identidade póstuma para Marcel reconhecendo-o como membro da Resistência
 
 
Eugène Pinte, junto com sua esposa Paule e seus cinco filhos, organizavam encontros secretos nas fazendas e até esconderam um paraquedista britânico no sótão de sua casa.

Outro parente de Marcel, Alexandre Brémaud, passou anos pesquisando a história do menino porque os registros oficiais focavam mais nas guerrilhas da Resistência e nas operações de sabotagem, e menos nos auxiliares, muitas vezes mulheres e crianças, que também corriam riscos para derrotar a ocupação nazista.

"Minha avó o descrevia como um irmão extremamente feliz, inteligente e brilhante, cheio de travessuras", diz Brémaud à BBC.

Ele conta que o menino ria quando o operador de rádio clandestino, que trabalhava na sala de jantar da família, fingia engolir a pílula de cianeto que carregava.

O vilarejo era "um lugar escondido e de muito difícil acesso", e os guerrilheiros consideravam o local "prático e discreto", diz Brémaud à AFP.

O papel de Marcel foi finalmente reconhecido pelo Estado francês. Em 1950, ele foi condecorado postumamente com o posto de sargento da Resistência.
  
Marcel com um combatente da Resistência
 

Então, em 2013, o Escritório Nacional para Ex-Combatentes e Vítimas de Guerra do país emitiu para ele um cartão oficial póstumo para "combatentes voluntários da Resistência".

 
Morte trágica

Quando os Aliados entraram na França vindos da Normandia no verão de 1944, a Resistência intensificou suas operações contra os alemães.

Uma noite, Marcel acompanhou um grupo de maquis em uma operação. Eles haviam recebido uma mensagem em código pela BBC: "O não-me-esqueças é minha flor favorita."

O encontro era em La Gaubertie e de repente, enquanto eles esperavam, uma das pistolas Sten dos homens disparou acidentalmente, matando Marcel.

Sua certidão de óbito foi forjada para manter a existência da unidade em segredo.

Brémaud diz que os britânicos homenagearam o menino usando paraquedas pretos em sua próxima entrega de suprimentos.

Foi uma nota encontrada por Brémaud nos arquivos militares de Vincennes que narrava a história de Marcel, escrita por um oficial do exército francês.

As façanhas de guerra do pai de Marcel, Eugène, já eram bem conhecidas. Ele morreu em 1951, aos 49 anos.

O menino foi enterrado em agosto de 1944, poucas horas antes da libertação de Limoges, "na presença de vários batalhões; o caixão foi coberto com a bandeira tricolor", diz Marc Pinte.



Fonte: BBC News

https://www.bbc.com/portuguese/geral-54946495.amp?fbclid=IwAR0tVTwm2xSJyb-6ZSw1dwkkfwnc4tx4jsUJJzi-SN-2dSA7ibMdWDSEqSc
 
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No próximo post mais novidades
Forte Abraço
Osmarjun