sábado, 23 de outubro de 2010

Deutschland Afrikakorps - Fotos da Figura Finalizada

Conforme havia anunciado anteriomente, seguem as fotos da figura!







Espero que apreciem
Até o próximo post!

Forte Abraço,
Osmarjun

sábado, 16 de outubro de 2010

Sequência com fotos da montagem da figura do Afrikakorps

Gostaria de lembrar a todos que as fotos publicadas nest post são da sequência de montagem soldado do Afrikakorps, e que o mesmo ainda não está concluído.









Aqui alguns detalhes dos itens que serão adicionados à figura.



a base sendo escurecida

Espero que apreciem, no próximo post as fotos do soldado finalizado.
Forte Abraço!
Osmarjun

sábado, 9 de outubro de 2010

Trabalhando na Base da Figura

O trabalho na figura corre a todo vapor, apesar de alguns imprevistos e ocupações da vida cotidiana.
Nos intervalos em que há a necessidade da espera pela secagem e outras coisas mais referentes a figura, comecei a trabalhar a base onde ela vai ser fixada.

foto da base crua, conforme foi adquirida


O terreno foi feito com pó de madeira (aquele que você pode encontrar facilmente no chão das marcenarias, geralmente muito próximo das mesas de serra. Aqui vale a descrição desta técnica para a confecção do terreno. Mistura-se com água e cola branca na proporção de 50% para cada líquido.

Foto do período de secagem da serragem na base que dependendo da temperatura ambiente leva de três a quatro dias. Como logo na sequência do momento que apliquei, entrou uma frente fria aqui na minha cidade e a chuva durou alguns dias, precisei esperar mais tempo para poder começar a trabalhar a pintura da base, pois a secagem completa demorou mais do que o esperado.


Começo da pintura onde foi utilizada na base Model Color Vallejo nº 819 - Areia Iraqui. Vale ressaltar aqui que depois de dada uma demão como base, a mesma tinta foi escurecida e aplicada mais diluida para conseguir o padrão do wash

Sequência da pintura agora utilizando-se da Model Color Vallejo nº 837 - Areia Clara, com a técnica do pincel seco para realçar as depressões do terreno arenoso com  a subida da luz

Ao final do trabalho a base será escurecida com a aplicação de Betume da Judéia.
Espero que tenham gostado, acredito ter conseguido chegar a uma boa formatação do terreno.
Até o próximo post com fotos de partes da figura,
Forte Abraço!
Osmarjun

sábado, 2 de outubro de 2010

Deutschland Afrika Korps



Atualmente estou trabalhando neste soldado Deutschland Afrika Korps na escala 1/16.
Procurei seguir a formatação básica da figura que é muito boa. Adicionarei a figura à uma base, onde vou ambientá-la a um piso de areia (não poderia ser diferente).
Começando com a pesquisa histórica, adicionarei abaixo um pouco do que foi a campanha alemã no norte da África.



HISTÓRIA

O Deutsches Afrikakorps (ou simplesmente Afrika Korps ou DAK) é o conjunto das forças da Alemanha na Líbia durante a Campanha do Norte da África na Segunda Guerra Mundial. Foi formado a 19 de Fevereiro de 1941, após o OKW (Comando das forças armadas da Alemanha nazista) ter decidido enviar uma força expedicionária para ajudar o exército italiano, que tinha sido alvo da contra-ofensiva britânica, a Operação Compasso. A força expedicionária alemã, comandada por Erwin Rommel, no início consistia do 5º Regimento Panzer e de várias outras pequenas unidades.



A filosofia central de Rommel era atacar primeiro, com rapidez, mobibidade, surpreendendo e desorientando o inimigo. Devido as características da guerra no deserto, o avanço de grandes distâncias, empurrando o inimigo para trás de suas linhas, era possível, utilizando-se da surpresa e do poder de fogo concentrado. O calcanhar de Aquiles era a logística de suprimentos, extremamente dificultada, já que os italianos, responsáveis pelo abastecimento das tropas, tinham que atravessar o mediterrâneo com seus navios para abastecer as tropas do Afrikakorps, e para dificultar ainda mais a operação logística, os desembarques de suprimentos e combustíveis ocorriam em Benghazi ou Trípoli, tendo que percorrer longas distâncias em caminhões até a frente de batalha, mesmo tendo sido conquistados Tobruk e Mersa Matruh, posições mais avançadas. Algum reabastecimento de combustível via aérea foi feito pela Luftwaffe, mas em geral inespressivo, pois esta também não vivia seus melhores momentos. Também a frente africana não era a prioridade do alto comando alemão, portanto não foram realizados os maiores esforços no sentido de atender as necessidades dessa frente.
Algumas unidades se tornaram notáveis em combate, incluindo a 15 ª Divisão, 21 ª Divisão Panzer, divisão inicialmente criada como uma divisão de infantaria e, lentamente, atualizada para uma divisão totalmente motorizada. A seguir foi redefinida como 90ª Divisão Ligeira Afrika. Outras como 164ª Divisão Ligeira Afrika, a 999ª Divisão Ligeira Afrika, e também a 334ª Divisão de Infantaria, e da Brigada Luftwaffenjäger-1 ou Fallschirmjäger-Ramcke Ramcke Parachute Brigade(Brigada de Paraquedistas Ramcke, em homenagem a seu comandante Hermann-Bernhard Ramcke). Havia também oito divisões italianas (das dez divisões italianas no norte da África), sob o comando de Rommel no Exército Panzer Afrika, incluindo duas divisões blindadas, duas divisões motorizadas, três divisões de infantaria, e a Divisão de Paraquedistas Folgore.




Partindo de Trípoli, o Afrikakorps correu a costa do norte da Africa, derrotando os ingleses, passando pela Cirenaica, Gazala, Tobruk, indo em direção ao Egito, onde pretendia tomar posse de fontes combustíveis que ajudariam o Afrikakorps a manter seus tanques rodando. A essa altura, os ingleses vinham reestruturando suas forças no Egito, visando um contra ataque. Essa reestruturação deveu-se principalmente ao plano de arrendamento fechado com os Estados Unidos, conseguido com muito tato por Churchill, onde Montgomery começa a receber muitos Sherman´s e todo tipo de material bélico e suprimentos. Passamos já da metade de 1942. A virada Britânica deu-se em El Alamein, onde os combustíveis do Afrikakorps praticamente acabam, e a ofensiva passa a ser dos ingleses. Começa então o caminho de volta para o Afrikakorps, sem que este tivesse tido autorização do Führer para reorganizar atrás das linhas(a famosa ordem de Hitler - Vitória ou morte)até a rendição do que sobrou do exército de Rommel em Medjez el Bab, em maio de 1943. Rommel encontrava-se já evacuado do teatro africano, em fevereiro de 1943, internado em um hospital na Alemanha.
Em 7 de abril de 1943, ao final dos combates, o destino e a história registraria um fato que tentaria mudar o destino da Segunda Guerra Mundial. Um caça-bombardeiro inglês, murgulha e atinge carro do Tenente-Coronel Stauffenberg (Claus Schenk Graf von Stauffenberg), que comandava uma retirada. O mesmo tomba gravemente ferido, sendo socorrido imediatamente por um carro-hospital que acompanhava a retirada. Os homens da Blindada 90 ( Regimento de Artilharia Blindada 90), acompanharam sem saber que aquele homem entraria para a história

Capitulação

Na tarde de 12 de maio o General von Arnim, Comandante-chefe do Afrika Korps ofereceu ao inimigo a capitulação do Grupo de Exércitos e do Afrika Korps. O General Cramer enviou sua última mensagem :
Ao Comando Superior da Wermacht. Munições atiradas até ao fim, armas e equipamentos destruídos. o Afrika Korps, de acordo com as ordens lutou até ao final. O Afrika Korps deverá renascer. Assinado Cramer.


Em 12 de maio às 18:00 a 90ª Ligeira capitulou. Em 13 de maio às 11:00 a 164ª Divisão Ligeira Afrika depôs as armas. Ao final 130.000 soldados alemães foram aprisionados, 18.594 ficaram para trás enterrados no Egito, na Líbia e na Tunísia, mais de 3.400 desaparecidos. O número de alemães que findaram seus dias, quer durante vôos sobre o Mediterrâneo, quer no fundo do mar ainda é desconhecido. As autoridades italianas indicam uma cifra de 13.748 mortos, destes somam-se 8.821 desaparecidos.
Rendeu-se aos aliados em 12 de maio de 1943, nos arredores de Túnis, na atual Tunísia, 773 dias após o início da ofensiva que colocou a forças aliadas no Norte da África de joelhos, capitulava o Lendário Afrika Corps.

Bibliografia:

África Korps; Carrel, Paul; Editora Flamboyant, 1964.
Memórias de Rommel, 4° edição; Rommel, Erwin; Editora Aster Lisboa.


Fonte:

Wikipédia


No próximo post as imagens da montagem da figura.
Forte Abraço!
Osmarjun

sábado, 25 de setembro de 2010

BOMBAS JAPONESAS SOBRE OS ESTADOS UNIDOS

Os estudos para a utilização de balões como portadores de bombas começaram no Japão sob o nome de projeto Fu-Go.
O balão deveria suportar ventos de 300 km/h e manter sempre sua altitude de voo dentro da corrente de ar
Os japoneses decidiram construir um balão à base de camadas de papel feito de fibras do kozo (amoreira), coladas com uma pasta chamada konnyako, obtida a partir de um tipo de batata japonesa. A pasta cobria os poros do papel, impedindo que o hidrogênio, com o qual o balão era inflado, escapasse.
O maior problema a ser resolvido era o de manter o balão dentro da corrente de ar. A noite, a temperatura exterior poderia chegar até -50°C enquanto, durante o dia, podia variar entre 0° e 30°C, o que produziria contrações e dilatações, além da perda de sustentação, em função do resfriamento ou aquecimento do hidrogênio. O balão teria de manter-se entre os 9.144 metros e 11.582 metros de altitude, intervalo por onde a corrente circulava, durante os 9 mil quilômetros do trajeto entre Japão e Estados Unidos. Para solucionar a questão, foi criado um engenhoso sistema que consistia no seguinte: um anel de alumínio perfurado sustentava um explosivo e ficava envolto por uma corda da qual pendia um saco de lastro a cada duas perfurações. Ele ficava suspenso no balão por meio de 19 cabos de 15 metros de comprimento, presos em sua parte inferior a um único cabo e, na superior, a um sistema de suspensão incorporado à esfera do balão.
O balão era lançado algumas horas antes do amanhecer e inflado o suficiente para chegar à altura em que a corrente circulava. Quando os raios de sol incidiam sobre a esfera do balão, o hidrogênio aquecia-se e expandia o balão, fazendo-o elevar-se ainda mais, mas sem ultrapassar o limite superior da corrente. Nessa altitude, ele se manteria ao longo do dia. Quando a noite chegava, a baixa temperatura produzia o efeito contrário e o balão descia. Se a altitude chegava perto do limite inferior, um barômetro enviava um sinal elétrico, gerado por uma bateria de 1,5 volt montada sobre ele, a um dos pares de detonadores que, ao explodirem, cortavam a corda que mantinha suspenso o saquinho de lastro contendo 3 quilos de areia. Isso aliviava o peso do balão e fazia que ele se elevasse. Esta operação repetia-se durante todo o trajeto, desenhando uma trajetória ondulada.

Detalhes dos sacos de lastro necessários nos balões para superar os problemas decorrentes da longa travessia e da grande altitude

Quando estivesse sobre a América do Norte, um pequeno ativador, colocado na junção das duas meias esferas do balão, acendia um pavio de 20 metros de comprimento e de combustão lenta que chegava até o anel de alumínio, onde começava a desenvolver-se o processo de lançamento das duas bombas incendiárias, uma bomba antipessoal de 15 quilos e a carga de autodestruição do balão. Depois de 1 hora e 22 minutos, tempo que o pavio levava para queimar, ele alcançava o dispositivo de lançamento e iniciava a combustão de dois outros pavios: um, com um tempo de queima de 2 minutos e 16 segundos, ativava o sistema de lançamento das bombas; o outro, que se consumia em 2 minutos e 49 segundos, fazia o balão explodir com uma carga de autodestruição.
Entre outubro e abril, a corrente podia atingir velocidades que variavam de 193 a 298 km/h. Durante os cinco meses em que se podia realizar a operação, de novembro a março, dispunha-se de apenas 50 dias em que as condições eram adequadas para a operação. Por isso, para o outono de 1944 os japoneses construíram cerca de 10 mil balões. O lançamento sobre os Estados Unidos começou em 3 de novembro de 1944, à razão de 200 por dia. Ao todo, os japoneses lançaram 9,3 mil balões, dos quais 250 alcançaram os Estados Unidos.
Em 5 de maio de 1945, o reverendo Archie Mitchell, acompanhado de sua esposa grávida e de cinco crianças da congregação, saiu da igreja de Bly, no estado de Oregon, para dar um passeio pelo bosque, quando viu um balão murcho pendurado nos galhos de uma árvore. Um dos componentes do grupo começou a puxar as cordas e a bomba anti pessoal explodiu matando todos os integrantes do grupo, com exceção do pastor. Estas foram as únicas mortes de civis causadas por um ataque japonês aos Estados Unidos. Em suas lápides, figura a inscrição:

"Mortos por um balão-bomba inimigo".

Os curiosos BALÕES-BOMBA. OS norte-americanos registraram 285 sobre seu território, embora se calcule que chegaram mil dos 9 mil lançados pelos japoneses

Fonte: Coleção 70 anos da IIª Guerra Mundial - fascículo nº 24


Forte Abraço
Osmarjun

sábado, 18 de setembro de 2010

O VENTO DA MORTE!


A MORTE VEM COM O "VENTO DIVINO"

O Japão do século XIII estava em desenvolvimento, à população aumentou, os povoados começaram a crescer e alguns se converteram em cidades. Ampliou-se o comércio com a China, com aquisição de riquezas e novas idéias. O código de honra dos samurais, de uma simples série de lealdades feudais, transformou-se em vigoroso código moral, que se manteve nos séculos posteriores. Contudo durante a regência da família Hojo, houve duas invasões de mongóis procedentes da China, onde haviam conquistado o poder. Em ambas (1274 e 1281), os mongóis foram derrotados pelos japoneses, com a ajuda de dois violentos e oportunos furacões. O kamikaze, ou "vento divino", fez os japoneses acreditarem que eram um povo protegido pelos deuses. A derrota mongol foi de importância crucial na história japonesa e contribuiu como nenhum outro acontecimento anterior para criar um arraigado sentimento de orgulho nacional.


Nos meses finais de 1944 os japoneses, apesar de toda bravura, vontade e ódio principalmente pelos americanos, já davam claros sinais de enfraquecimento de sua máquina de guerra. Neste momento do conflito ressurge a figura do sacrifício suicída pela pátria do sol nascente.
O criador da ação kamikaze foi o almirante da Marinha Takajiro Onishi. Em 19 de outubro de 1944, Onish comunicou a seus pilotos que os americanos haviam desembarcado nas Filipinas. A batalha naval estava próxima, e os métodos tradicionais não seriam suficientes para deter os inimigos. Havia, porém, uma esperança. Aviões de caça do tipo Zero, armados com uma única bomba de 250 quilos, se chocariam contra navios inimigos. A ousadia e o poder destruidor do ataque seriam fatais. As missões eram sempre realizadas acompanhadas por outros aviões mais modernos, a fim de proteger a ação dos kamikazes, para que finalizassem sua missão e objetivo e avaliar e relatar posteriormente seu sucesso ou não na ação.
Havia duas opções de vôo para atingir seus objetivos, um deles era o de mergulho tentando possivelmente acertar o convés onde o estrago era infinitamente maior, ou voando de forma horizontal rente a linha do mar, tentando acertar o convés inferior onde geralmente se guardavam as munições dos navios.


No dia 25 de outubro de 1944, na Batalha do Golfo de Leyte, foram relatados os primeiros ataques da Força de Ataque Especial (Tokkotai, ou Esquadrão kamikaze). Eram 07:40 da manhã, quando marinheiros americanos da Primeira Frota Armada receberam o aviso de ataque aéreo. Seis caças atacaram, sendo dois abatidos pelas armas antiaéreas e um terceiro veio a se chocar com o porta-aviões Santee, os três restantes se afastaram, mas quando tudo parecia terminado um voltou e num mergulho atingiu o porta-aviões Suwanee. No ataque, 31 marinheiros foram mortos e mais 82 foram feridos. Apesar disso, a frota japonesa sofreu pesadas baixas, e nunca mais operaria com eficiência.
Muitos ocidentais ficam chocados ao ver as táticas Kamikazes, a idéia de colocar um garoto em um avião e dizer para ele se matar chocando seu avião contra seu alvo. Mas mesmo se você não disser para ele se chocar contra nada, colocar um garoto com apenas 20 horas de vôo e mandar ele enfrentar pilotos americanos em Hellcats e Corsairs, é uma tática tão suicida quanto o Kamikaze. Nós entendemos que, se eles têm de morrer de qualquer jeito, o ataque Kamikaze irá causar maior dano ao inimigo, com o mesmo custo em vidas, os ataques suicidas resultaram no afundamento de 57 navios, 108 totalmente destruídos, 83 parcialmente destruídos e 206 danificados e na morte de milhares de marinheiros, A possibilidade de transformar-se em um herói incandescente era um privilégio.
Os 2.198 pilotos que jogaram seus aviões contra o inimigo eram todos voluntários; a lista de candidatos a kamikaze foi sempre maior do que o número de aviões disponíveis.


O avião Zero possuía uma maneabilidade muito boa, mas não em velocidades maiores, pois o manche ficava extremamente pesado, então se o piloto kamikaze tentasse um mergulho direto, seria quase impossível acertar o alvo. A tática era voar baixo, rente a água, esquivando-se do fogo inimigo para atingir o alvo.
A ultima noite dos pilotos eram usada para escreverem cartas para seus parentes, no dia seguinte, ao amanhecer, a esquadrilha se reunia no campo, tomavam uma ultima taça de saque, fumavam um cigarro e partiam para o ataque final. No momento da decolagem os pilotos vestiam na testa, uma faixa de algodão branco desenhos de vários significados e levavam uma espada, igual a que os samurais usavam em batalha para avisar que estavam dispostos a morrer pela honra. Nas fotografias da época é possível ver o sorriso sereno dos jovens a caminho da morte.

O ano era 1944, o local ironicamente chamava-se Oceano Pacífico, e o mensageiro dos ventos trazia diariamente a morte!


Fonte: Texto e fotos retirados da internet, da coleção 70º Aniversário da II Guerra Mundial e anotações pessoais do autor do blog
Osmarjun

domingo, 5 de setembro de 2010

German Feldgendarme - Fotos - Trabalho Finalizado

Conforme havia prometido anteriormente segue neste post as fotos do meu trabalho mais recente "German Feldgendarme". Em postagem anterior eu já havia publicado a parte histórica da pesquisa para a montagem e agora aqui estão as fotos:







a figura participando do XV Open de Campinas em agosto passado e fotografada por um outro modelista





Espero que apreciem, forte abraço!
Osmarjun