sábado, 15 de março de 2014

Diorama "O Campanário" - Sequência do trabalho...




Sequência do Trabalho

Optei por ir adicionando os itens já sobre a base trabalhada.
Para o terreno utilizei um elemento usado para moldar terra em maquetes de ferreomodelismo, facilmente encontrada em lojas que trabalham com isso. Após a secagem apliquei a grama da Woodland Scenic com o processo dificílimo do "Static Grass Applicator Tabajara" feito a partir de uma mata moscas...


Se você deseja conhecer o processo todo, clique abaixo da foto do produto acabado e verá um tutorial completo da construção no excelente Site Spruemaster do meu bom Amigo Lucas Rizzi:




Seguindo na descrição do Diorama, algumas sepulturas foram construídas de forma rudimentar, sem detalhes, apenas com o monte de terra e acrescentei pedras no em torno delas. 

Abaixo algumas fotos de vista geral para que saibam como ele está:





Ainda restam muitos detalhes de envelhecimento.
As figuras já estão quase todas finalizadas e logo aparecerão nas próximas imagens.

Espero que tenham apreciado...
Até o próximo post.
Forte Abraço!
Osmarjun

sábado, 22 de fevereiro de 2014

Para Não Esquecermos Jamais...



A TOMADA DEFINITIVA DE MONTE CASTELO
Um Feito Histórico
21/02/1945

No dia 16 de Fevereiro de 1945 o General Critemberger,
comandante do IV Corpo do Exército,deu a seguinte ordem à 1ª Divisão de Infantaria Divisionária:
Atacar o Monte Castelo após a 10ª Divisão de Montanha
ter capturado Mazzancana e guarnecer, mediante ordens, as regiões conquistadas pela 10ª,
a fim de liberá-la para outras operações e realizar uma manobra lateral, pelo fogo, na região entre Falfare e Livorno.
O último ataque ao Monte Castelo foi feito sob comando do General Mascarenhas de Morais, sendo encarregado da ação principal o 1º R.I., e da ação secundária um batalhão do 11° R.I., no caso este ficaria como reserva do comando. A operação deveria ser desencadeada após a conquista da Região de Mazzancana.


Na noite do dia 20 de Fevereiro, o 1º R.I., ocupou cuidadosamente a base de partida (Mazzancana – Bombiana – Le Roncole) onde encontrou um extenso campo minado pelo exército alemão. Ás 5:30 horas da manhã o III /1 R.I., partiu com a missão de atacar frontalmente o Monte Castelo, e na mesma ocasião o I / 1º R.I., iniciou o avanço com a missão de investir pelo flanco.
A 10ª Divisão de Montanha americana foi detida inesperadamente em capela de Ronchidos, fugindo completamente ao plano brasileiro – americano de ataque aos Monte Castelo e Toraccia, mas felizmente o exército alemão estava mais preocupado com a defesa de De la Toraccia, e enquanto a tropa brasileira progredia os americanos seguiam enfrentando forte resistência inimiga e, em face deste imprevisto os brasileiros seguiram sem esperar pelos americanos.


O ataque se desenvolvia tão bem, que às 9:00 horas da manhã foi empregada uma companhia reserva para alimentar o ataque do batalhão Uzeda, e por volta das 14:30 horas o I /1º R.I., conquistou as cotas 930 e 875 e o III / 1º R.I., conquistou a região de Fornello. A partir deste momento foi empregado o II / 1º R.I., enquanto o II / 11º R.I., se aproximava de Abetaia, com uma brilhante cobertura.


Às 16:00 horas o Major Uzeda, comandante do 1º Batalhão solicita que a artilharia bombardeie Monte Castelo, e às 16:20 horas inicia-se o assalto final. Precisamente às 18:00 horas o pelotão do Tenente Aquino atinge o topo do Monte Castelo, seguido dos demais elementos da 1ª Companhia. Ao anoitecer o Monte Castelo já não oferecia resistência, e lá em cima nossos pracinhas comemoravam esta vitória tão árdua e esperada.
Enquanto isto, a 10ª Divisão de Montanha não conseguia atingir ainda o seu objetivo que era o Morro de La Toraccia, e prevendo um possível contra ataque nossa tropa passa a se instalar em posições defensivas para passar a noite. O dia seguinte, foi dedicado a uma vistoria minuciosa das instalações alemãs, que estavam bem protegidas e aquecidas, enquanto nossos soldados enfrentavam um frio enregelante. Esta última investida custou à nossa tropa 87 baixas, enquanto o inimigo abandonou no terreno 30 mortos, e foram feitos 27 prisioneiros.


Concluímos que o sucesso deste ataque deveu-se ao seguinte:
- Abandono do ataque frontal , pois o Monte Castelo só caiu por ataque lateral
- A proteção do flanco esquerdo pela ocupação de Mazzancana pela tropa americana.
- Apoio maciço da aviação 
- Observação aérea ininterruptamente
- Consequência das recorrentes derrotas do inimigo, com acentuada influência no ânimo da tropa.

E assim caiu o Monte Castelo, pela manobra precisa de nossa tropa...

Para nós o Monte Castelo, é um símbolo; para os alemães apenas mais um morro. A diferença é que o Brasil enviou à Europa uma Divisão Expedicionária, enquanto o inimigo dispunha de mais de uma centena de Divisões.

-.-.-.-.-.-


Sem nenhuma dúvida um feito Heróico de nossos Valorosos Pracinhas!

Até o próximo post.
Forte Abraço!
Osmarjun

domingo, 26 de janeiro de 2014

The Church - Inciando um novo trabalho




The Church  (O Campanário)

Começando 2014 com um projeto que iniciei no final do ano passado. Há muito possuía uma ruína de um campanário de um igreja em gesso.
Procurando pela web encontrei um desenho que suponho seja de autoria de um amigo modelista, o Gemerim do Rio Grande do Sul, encontrado em um fórum sobre plastimodelismo acabei vendo muita semelhança com o kit em gesso que possuía, unindo a isso alguns outros kits acabei por compor a cena que estou desenvolvendo.

A idéia original partiu destas três fontes:

Desenho do Campanário que encontrei no fórum 
deve ser do Amigo modelista Gemerim

o pequeno cemitério

deste diorama veio a idéia da árvore e outros pequenos detalhes


O Kit da Igreja

Este kit tem um pequeno campanário, uma escada e porta grande de entrada central. Optei por usar apenas o pequeno campanário e resolvi pelos outros elementos que tinha na minha coleção, eram figuras de alguns kits, umas injetadas em plástico e outras em resina. Complementei o interior do campanário para adicionar duas figuras.

o campanário visto por fora 


adicionei alguns detalhes na parte interna
e ainda adicionarei outros até finalizar o trabalho


Os Portões

A idéia de fazer como a maioria das igrejas européias
que tem um pequeno cemitério ao lado.


A Árvore

construída á partir de fios enrolados e
massa epóxi, depois talhado o tronco e adicinado
a vegetação

Os Kits de Figuras Alemãs

 Kit da Masterbox da Ucrania com figuras bem detalhadas baseados numa cena real, este kit diz respeito a Satlingrado, porém serve bem para qualquer outra cena, em qualquer outro local da Segunda Guerra
baseado numa cena real (veja a foto no alto à direita)


Kit de Figuras Americanas

vou adicionar dois soldados aliados dentro do campanário
como se estivessem na espreita do grupo alemão 


O Padre

Um padre na maioria dos enterros durante a Segunda Guerra,
era um artigo de luxo


Sepulturas

foram construídas por mim em gesso baseadas nas fotos acima

Bom Amigos do blog, estes são os materiais utilizados e a idéia central, 
porém ainda faltam muitos detalhes que na medida que forem 
sendo acrescentados ao Diorama pretendo mostrar aqui.

Até próximo post.
Forte Abraço!
Osmarjun

sexta-feira, 17 de janeiro de 2014

Morre Soldado Japonês

Morre soldado japonês que levou 29 anos 
para admitir derrota na guerra


Morreu quinta-feira em um hospital de Tóquio, aos 91 anos, Hiroo Onoda, oficial do Exército imperial japonês.
Ele permaneceu em seu posto na selva, em uma ilha das Filipinas, por 29 anos, se recusando a acreditar que a Segunda Guerra tinha acabado, e voltou ao praticamente irreconhecível Japão em 1974, sendo recebido como herói.
Tudo começou com um simples comando. A última ordem recebida por Onoda no começo de 1945 foi a de permanecer em seu posto e lutar. Fiel a um código militar que ensinava que a morte é preferível à rendição, Onoda, segundo-tenente no exército, ficou para trás na ilha de Lubang, 150 quilômetros a sudoeste da capital filipina Manilha, quando as forças japonesas se retiraram, no momento da invasão norte-americana.
Depois da rendição do Japão, em agosto daquele ano, havia milhares de soldados japoneses espalhados pela China, Sudeste Asiático e Pacífico Ocidental. Muitos desses homens foram capturados ou voltaram para casa, enquanto centenas optaram por se esconder, em lugar de se render ou cometer suicídio. Muitos morreram de fome ou vítimas de doenças. Alguns poucos sobreviventes se recusaram a acreditar nos panfletos lançados de aviões e nos anúncios de rádio que os informavam da derrota japonesa na guerra.
Onoda, um oficial de inteligência e treinado em táticas de guerrilha, e três soldados que estavam com ele encontraram panfletos que proclamavam o fim da guerra, mas acreditavam que se tratasse de um truque de propaganda. Construíram cabanas de bambu; comiam bananas, coco e arroz roubado de uma aldeia; e matavam vacas para obter carne.
Atormentados pelo calor dos trópicos, pelos ratos e mosquitos, eles remendavam seus uniformes e mantinham seus fuzis em condição de operar.
Considerando-se ainda em guerra, eles escapavam às patrulhas de busca norte-americanas e filipinas, e atacavam ilhéus que consideravam ser guerrilheiros inimigos; cerca de 30 moradores da ilha morreram em escaramuças com os japoneses, ao longo dos anos. Um dos soldados da unidade de Onoda se rendeu às forças filipinas em 1950, e dois outros foram mortos em combate contra unidades da polícia local envolvidas em busca pelos renegados, em 1954 e 1972.


O Soldado Onoda

O último remanescente, Onoda que havia sido oficialmente declarado morto em 1959 - foi localizado por Norio Suzuki, um estudante que visitou a ilha para procurar por ele, em 1974.
O tenente rejeitou os apelos do estudante para que retornasse ao Japão, insistindo em que ainda estava à espera de ordens. Suzuki voltou ao Japão com fotos de Onoda, e o governo japonês enviou uma delegação à ilha, incluindo o irmão do tenente e seu antigo comandante, para encerrar formalmente a sua missão.
Em Manilha, Onoda, ainda usando os restos de seu uniforme, entregou sua espada a Marcos, que o perdoou pelos crimes cometidos durante o período em que ele continuou acreditando estar em guerra.
"Tive a sorte de poder me dedicar ao dever durante meus anos de juventude e de maior vigor", ele afirmou. Perguntado sobre seus pensamentos durante todos aqueles anos na selva, ele respondeu: "Pensava só em cumprir meu dever".
Depois da recepção calorosa que recebeu no Japão, Onoda foi examinado por médicos, que o encontraram em estado de saúde espantosamente bom. Ele recebeu uma pensão das forças armadas e assinou um contrato de US$ 160 mil para publicar suas memórias, "Sem Rendição: Meus 30 anos de Guerra", escritas por um ghost writer. Sua história ganhou circulação mundial em livros, artigos e documentários, mas Onoda decidiu tentar levar uma vida normal.
Ele saía para dançar, aprendeu a dirigir e viajou pelas ilhas japonesas. Mas era um homem sem raízes, em um país desconhecido, desiludido com o materialismo e incapaz de aceitar as mudanças. "Há tantos edifícios e automóveis em Tóquio", ele disse. "A televisão pode ser conveniente, mas não tem influência sobre minha vida aqui".
Em 1975, ele se mudou para uma colônia japonesa em São Paulo, Brasil, e se tornou pecuarista; em 1976, Onoda se casou com Machie Onuku, que ensinava como realizar a cerimônia de chá tradicional japonesa. Em 1984, eles voltaram ao Japão e fundaram a Escola Onoda de Natureza, um acampamento que ensina aos jovens como sobreviver na natureza. Em 1996, ele revisitou Lubang e doou US$ 10 mil a uma escola da ilha.
Nos últimos anos, ele dividiu seu tempo entre o Japão e o Brasil, do qual se tornou cidadão honorário em 2010.
Hiroo Onoda nasceu em 19 de março de 1922, em Kainan, Wakayama, no centro do Japão, um dos sete filhos de Tanejiro e Tamae Okoda. Aos 17 anos, começou a trabalhar para uma companhia de comércio em Wuhan, China, que havia sido ocupada pelas forças japonesas em 1938.
Em 1942, se alistou no exército japonês, no qual foi selecionado para treinamento especial, e estudou na Escola Nakano, o centro de treinamento do Exército para seus oficiais de inteligência. Ele estudou guerrilha, filosofia, História, artes marciais, propaganda e operações clandestinas.
No final de dezembro de 1944, foi enviado a Lubang, uma ilha estratégica de 25 quilômetros de comprimento por 10 quilômetros de largura no acesso sudoeste à baía de Manilha e à ilha de Corregidor, com a missão de sabotar as instalações portuárias e uma pista de pouso, a fim de prejudicar a iminente invasão norte-americana. Mas os oficiais superiores presentes na ilha revogaram essas ordens e concentraram suas atenções nos preparativos para a evacuação da guarnição japonesa.
Quando as forças norte-americanas desembaraçaram em Lubang, em 28 de fevereiro de 1945, e os últimos japoneses fugiram ou foram mortos, o major Yoshimi Taniguchi deu a Onoda suas ordens finais, de ficar na ilha e lutar. "Pode demorar três anos, pode demorar cinco anos, mas não importa o que aconteça voltaremos para resgatá-lo", o major prometeu.
Passados 29 anos, o major reformado, que depois da guerra se tornou livreiro, retornou a Lubang a pedido de Tóquio, a fim de cumprir a promessa. O Japão havia perdido a guerra, e a missão do tenente estava encerrada. O esfarrapado oficial fez uma saudação formal, e chorou.

Fonte: Folha de São Paulo edição de 17/01/2014

Forte Abraço!
Osmarjun

terça-feira, 31 de dezembro de 2013

FELIZ ANO NOVO - 2014 - HAPPY NEW YEAR

Desejo à todos os Amigos, Seguidores e Visitantes do Blog um Ano Novo repleto de Saúde, Paz e Realizações...

 

Nos próximos dias estaremos viajando em merecidas e esperadas 
férias em família! 
Espero poder postar muitas pesquisas e trabalhos novos 
neste ano que se inicia, até lá...


Forte Abraço!
Osmarjun

domingo, 22 de dezembro de 2013

FELIZ NATAL - MERRY CHRISTMAS


Desejo à todos os Amigos, Seguidores e Visitantes do Blog um 
Feliz Natal repleto de Luz, Felicidade e muita Alegria...



Forte Abraço!
Osmarjun

quarta-feira, 11 de dezembro de 2013

XXVII Convenção Nacional do GPPSD


Nos dias 30/11 e 01/12 próximos passado, foi realizado pelo Grupo de Plastimodelismo e Pesquisa Santos Dumont, no PAMA (Parque de Materiais da Aeronáutica no Campo de Marte) em São Paulo mais uma Convenção de Plastimodelismo.


Abaixo uma pequena descrição do evento retirada do site do GPPSD:

Em um clima de muita descontração e coleguismo, tivemos a oportunidade de reunir e receber modelistas participantes de vários Estados do Brasil e um público privilegiado, que pode curtir e observar uma grande quantidade de trabalhos de altíssimo nível técnico. Os 879 modelos expostos e os mais de 200 modelistas inscritos, comprovam o grande interesse e prática deste fascinante hobby, que agrega lazer e cultura. Um fator positivo, além dos já citados, foi a pluralidade de lojas, 26 no total, permitindo múltiplas opções de escolha, com a vantagem de todas estarem reunidas em um só espaço. Os convidados de honra de nosso evento, a saber; A Diretoria do PAMA-SP, o Comando do Grupo de Radiopatrulhamento Aéreo da Polícia Militar de São Paulo, os Veteramos da Força Aérea Brasileira e Klaus Drewes, filho do Maj. Martin Drewes, deram um colorido especial ao evento.

Abaixo algumas fotos do evento:


entrada do Hangar

1:1

recepção das inscrições

vista geral

vista geral

troféus

medalhas

vista geral

Homenagens

 1:1

1:1

Workshop

Lojistas

Lojistas










































BEST OF SHOW


Modelo Arado Ar 196 1/32 do Modelista Wilson “Shepard” Senise Filho. 
Parabéns!


Participei do evento com cinco trabalhos, sendo a saber três Figuras, uma Vinheta e um Diorama
Abaixo algumas fotos destes trabalhos:

Meu Diorama premiado com Medalha de Ouro

 Minha Vinheta premiada com Medalha de Prata

Indiana Jones 54mm

German Captain U-Boat 1:16

USMC - HUE - Vietnam 1968 - Busto 

Aqui ao lado do Amigo Lucas do Blog Spruemaster no momento 
que retirava meu prêmio, ofertado pelo site aos seus seguidores 
e sorteado em outubro passado por ocasião da promoção "1 Milhão de Visitantes"
Valeu!

fonte: Fotos retiradas da Internet dos Sites Spruemaster, GPPSD e do autor deste Blog também.


Espero que tenham apreciado, ano que vem tem mais...
Forte Abraço!
Osmarjun