sexta-feira, 22 de agosto de 2014

Press Realease do Filme "A Estrada 47"






"A ESTRADA 47" vence o prêmio principal no recém encerrado Festival de Gramado. Além de ter sido eleito o melhor longa brasileiro da mostra competitiva, o filme, dirigido e roteirizado por Vicente Ferraz, ganhou ainda o kikito de melhor desenho de som. O filme já foi vendido para importantes mercados.


VEJA O TRAILER 



BAIXE O TRAILER EM HD:




A co-produção Brasil / Itália / Portugal, exibida no primeiro dia da mostra competitiva do 42º Festival de Cinema de Gramado – Cinema Brasileiro e Latino, A Estrada 47, conquistou dois kikitos: melhor filme e melhor desenho de som. A premiação aconteceu no último sábado (16/08), no Palácio dos Festivais, e teve como júri os seguintes profissionais: Cesar Charlone (diretor e fotógrafo uruguaio radicado no Brasil), Enéas de Souza (crítico de cinema), Estrella Araiza (agente de vendas internacional e distribuidora), Luiz Alberto Cassol (cineasta e cineclubista) e Werner Schunemann (ator). No dia da exibição do longa (09/08), esteve presente no cinema grande parte da equipe: Ferraz (o diretor), Isabel Martinez (produtora / Três Mundo Produções, Matias Mariani (produtor / Primo Filmes) e três atores do elenco principal, Daniel de Oliveira, Julio Andrade e Thogun Teixeira. 

 Sobre a premiação em Gramado 

Isabel Martinez, produtora: “Ganhar o Kikito de Melhor Filme em Gramado é um belo reconhecimento vindo de um festival que tem tradição e, por sua vez, atualiza-se com a diversidade e novos talentos da produção brasileira. Acredito que este prêmio para A Estrada 47 é o ponto de partida para uma carreira de grande alcance nacional, tal como já conquistamos no mercado internacional com nosso agente de vendas, garantindo os territórios mais importantes, como Alemanha, França, Japão, China, Reino Unido e Estados Unidos e outros que estamos negociando no momento”. 

 Vicente Ferraz, diretor e roteirista: “Estou muito contente com a premiação em Gramado e principalmente com a resposta do público. Eles entraram nesta viagem que se passa na guerra, que dialoga com o gênero, mas continua uma estória bem brasileira. Vejo que tanto aqui no Brasil como no exterior, o público entra de cabeça no drama destes quatro brasileirinhos perdidos na neve. E fico mais feliz ainda que essa pequena contribuição (o filme) possa ajudar a reavaliar a participação dos humildes e anônimos brasileiros que lutaram em uma guerra tão distante, mas fundamental para entender o mundo que vivemos. Principalmente agora que estamos tão próximos de comemorarmos os 70 anos do Dia da Vitória”. 

Sobre o filme 

Coprodução entre Brasil, Itália e Portugal, o longa dirigido por Vicente Ferraz (do super premiado Soy Cuba, o Mamute Siberiano) narra a aventura de quatro pracinhas brasileiros que, em plena 2ª Guerra Mundial, foram enviados pelo governo do Brasil à Itália, para lutar contra o nazismo e o fascismo. Assim como os outros 25 mil soldados brasileiros que lutaram na Europa quando o Brasil declarou guerra ao Eixo, os heróis de A Estrada 47 tinham uma realidade muito distante da dos europeus e americanos. Nossos pracinhas não passavam em sua grande maioria de jovens humildes e despreparados, que tiveram de uma hora para outra de aprender a combater não só o inimigo, mas o frio que assolava o território europeu no inverno mais rigoroso da história até então. “Este filme é uma justa homenagem ao soldado anônimo. Aos tantos heróis que nunca tiveram o devido reconhecimento de sua bravura. É um bom momento para que o Brasil volte a discutir esta questão”, comenta a produtora Isabel Martinez. Para viver estes heróis anônimos, foi escalado um pelotão de peso. Daniel de Oliveira é Guima, Julio Andrade é Tenente, Thogun Teixeira é Sargento Laurindo, Francisco Gaspar é Piauí. Na tropa internacional, o filme conta com o italiano Sergio Rubini, o alemão Richard Sammel e o português Ivo Canelas. 


Algumas das críticas publicadas 
a respeito de A Estrada 47 


“Sua maior virtude, porém, reside em sua capacidade de humanizar todos aqueles indivíduos, do divertido Piauí ao suspeito oficial alemão, não sendo por acaso que, ao longo da narrativa, aqueles homens mudem constantemente de opinião a respeito uns dos outros, refletindo a reação do próprio espectador e comprovando a ótima qualidade do elenco”. “… O filme de Vicente Ferraz é repleto de instantes tocantes e de delicadeza surpreendente”. CINEMA EM CENA 

“Com um apuro técnico impressionante, graças à recriação do ambiente enfrentado pela Força Expedicionária Brasileira durante as batalhas ocorridas na Segunda Guerra Mundial, o longa-metragem também chama a atenção pela abordagem humana da tropa liderada pelo personagem de Julio Andrade e o tom crítico à operação como um todo”. ADORO CINEMA 

“Outros destaques da produção são a boa fotografia de Carlos de Montis (o mesmo do excelente documentário “O Ato de Matar”, 2012) e a direção de arte rigorosa de Sergio Tribastone (“O Homem das Estrelas”, 1995).” PAPO DE CINEMA


 
Atendimento à Imprensa A Estrada 47
Regina Cintra / Foco Jornalístico
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(11) 99169.2312 / (11) 3031.0026 / (11) 3023.3940 
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segunda-feira, 18 de agosto de 2014

"A ESTRADA 47" Vence o Festival de Cinema de Gramado 2014




O drama de guerra "A Estrada 47", baseado na ação de um grupo de pracinhas da Força Expedicionária Brasileira (FEB), na Segunda Guerra Mundial, do diretor Vicente Ferraz, recebeu na noite deste sábado (16) o Kikito de melhor longa-metragem na 42º edição do Festival de Cinema de  Gramado, principal prêmio do cinema brasileiro. 


"É o resultado de um trabalho muito grande", disse o diretor Vicente Ferraz ao receber o troféu, ressaltando que o longa é de guerra, filmado na neve, em outro país (o filme se passa na Itália e conta a história de pracinhas brasileiros que lutaram naquele país durante a Segunda Guerra Mundial).

Diretor Vicente Ferraz

"O que ficou marcado foi a participação dos atores", também observou o diretor, elogiando o elenco, que conta com Daniel Oliveira e Julio Andrade, entre outros.
Ainda segundo Ferraz, seu filme conta "o lado humano desses jovens brasileiros na terra de ninguém". "Num momento como esse, em que o cinema brasileiro necessita de espaço, partir de um festival como esse é muito importante", finalizou o diretor.

A Estrada 47 (Montanha como é chamado na Europa), é uma co-produção Brasil, Itália e Portugal. O orçamento estimado é de R$ 9 milhões. Deste valor, o Brasil entrou com 60% e Itália (Vedeoro) com Portugal (Stopline) completam o 40% restantes.


Sinopse

Na Segunda Guerra Mundial, o Brasil era aliado dos Estados Unidos, Inglaterra e França. Na época, foram encaminhados mais de 25 mil soldados da FEB (Força Expedicionária Brasileira) para combater os inimigos, representados pelo Eixo: Alemanha, Itália e Japão.


Quase todos de origem pobre e, em sua maioria, despreparados para o combate, os pracinhas tiveram que aprender na prática a lutar pela sobrevivência. Depois de sofrerem um ataque de pânico coletivo, no sopé do Monte Castelo, os soldados Guimarães (Daniel de Oliveira), Tenente (Julio Andrade), Piauí (Francisco Gaspar) e Laurindo (Thogum) tentam descer a montanha, mas acabam se perdendo um do outros.


Quando conseguem se reencontrar, precisam decidir se retornam para o batalhão e correm o risco de enfrentar a Corte Marcial por abandono de posto, ou voltam para a posição da noite anterior e se arriscam a enfrentar um ataque surpresa do inimigo.



É quando conhecem o jornalista Rui (Ivo Canelas), que conta sobre um campo minado ativo e eles acham ser essa a chance de se redimirem da mancada que cometeram, mas muita coisa ainda está por acontecer e a guerra está longe de acabar. 

fonte:
http://www.defesanet.com.br/
http://www.g1.com.br/ 

Prezados Amigos e Seguidores do Blog, 
estamos bastante ansiosos 
para ver o filme nas telas dos cinemas

Forte Abraço!
Osmarjun

domingo, 17 de agosto de 2014

German WWI Overcoat - 4

Mais imagens da sequência do trabalho que já se aproxima do seu final

A Figura está assim:

A figura do alemão já está quase finalizada, restando uma segunda subida de luz no overcoat, e alguns últimos detalhes de barba no rosto. No casaco embaixo ainda falta aplicar um pouco de tinta cor de barro/terra e desgastar as botas e pintura de fivela do cinto e botões.


A Trincheira está assim:

As pequenas poças d'água estão quase finalizadas, já subi luz nos sacos de areia, adicionei o arame farpado, resta ainda pequenos detalhes nas madeiras do assento e mais alguns desgastes.

Logo outras atualizações.
Forte Abraço!
Osmarjun

quarta-feira, 6 de agosto de 2014

História & Modelismo: 6 de Agosto de 1945

Rosa de Hiroshima (Vinícius de Moraes) Pensem nas crianças mudas telepáticas Pensem nas meninas cegas inexatas Pensem nas ...

sábado, 2 de agosto de 2014

German WWI Overcoat - 3



Passados alguns dias o trabalho vai tomando forma e a sequência mostrarei nas fotos abaixo:


A trincheira está assim, mas ainda não está finalizada

 adicionadas pequenas poças d'água

 ainda faltam wash e subida de luz

 fabriquei arame farpado, detalhe fundamental 
na vinheta

já apliquei o efeito de ferrugem

 assim está a figura


 rosto quase finalizado

falta subida de luz

Espero que tenham apreciado.
Logo outras novidades.
Forte Abraço!
Osmarjun

sexta-feira, 18 de julho de 2014

German WWI Overcoat - 2

Seguindo com a publicação das fotos do meu mais recente trabalho...

Pesquisando modelos e cores para a pintura do soldado






A Figura já está em pé




 Construindo a Trincheira

 Tapumes de madeira balsa

 terreno com isopor e pasta de modelagem da Corfix

sacos de areia feitos em durepoxi


Experimentando os encaixes da figura na base



No próximo post o avanço do trabalho com o início da pintura.
Até lá...
Forte Abraço!
Osmarjun

quarta-feira, 9 de julho de 2014

German WW I Overcoat




GERMAN  WWI  OVERCOAT

Iniciando um novo trabalho com figuras, esta na escala 1/16 
sobre um alemão de trincheira na Primeira Guerra Mundial.
Trata-se de uma figura muito boa, em resina, com qualidade acima da média.
Resolvi ambientá-la em um pequeno trecho de trincheira e como não dispunha de nenhum item na mesma escala, tais como sacos, bancos e etc, tive que lançar mão da construção de algumas peças, portanto vocês verão na postagens seguintes as imagens da sequência da construção de alguns destes itens que comporão a cena.

Breve Histórico

A Primeira Guerra Mundial tornou-se como já é sabido pelos historiadores e estudiosos uma guerra de trincheira, onde cada lado ocupou-se em construir abrigos suficientes para proteger-se das investidas dos inimigos, que oferecessem proteção mínima aos seus soldados.
Na verdade elas tornaram-se buracos fétidos, cheios de doenças, onde cada um protegia-se como era possível e que para muitos não foi além do que seu próprio local de sepultamento.

homens na metralhadora dentro de uma trincheira 
na primeira guerra

condições de sobrevivência sub-humana nestes buracos

os soldados habitavam as trincheiras e lá faziam de tudo,
até a pouca e básica higiene em todos os sentidos



haviam ramificações que serpenteavam entre as trincheiras, 
servido de ligação entre elas

-.-.-.-.-

Na próxima postagem o início do trabalho.
Forte Abraço!
Osmarjun