sexta-feira, 18 de julho de 2014

German WWI Overcoat - 2

Seguindo com a publicação das fotos do meu mais recente trabalho...

Pesquisando modelos e cores para a pintura do soldado






A Figura já está em pé




 Construindo a Trincheira

 Tapumes de madeira balsa

 terreno com isopor e pasta de modelagem da Corfix

sacos de areia feitos em durepoxi


Experimentando os encaixes da figura na base



No próximo post o avanço do trabalho com o início da pintura.
Até lá...
Forte Abraço!
Osmarjun

quarta-feira, 9 de julho de 2014

German WW I Overcoat




GERMAN  WWI  OVERCOAT

Iniciando um novo trabalho com figuras, esta na escala 1/16 
sobre um alemão de trincheira na Primeira Guerra Mundial.
Trata-se de uma figura muito boa, em resina, com qualidade acima da média.
Resolvi ambientá-la em um pequeno trecho de trincheira e como não dispunha de nenhum item na mesma escala, tais como sacos, bancos e etc, tive que lançar mão da construção de algumas peças, portanto vocês verão na postagens seguintes as imagens da sequência da construção de alguns destes itens que comporão a cena.

Breve Histórico

A Primeira Guerra Mundial tornou-se como já é sabido pelos historiadores e estudiosos uma guerra de trincheira, onde cada lado ocupou-se em construir abrigos suficientes para proteger-se das investidas dos inimigos, que oferecessem proteção mínima aos seus soldados.
Na verdade elas tornaram-se buracos fétidos, cheios de doenças, onde cada um protegia-se como era possível e que para muitos não foi além do que seu próprio local de sepultamento.

homens na metralhadora dentro de uma trincheira 
na primeira guerra

condições de sobrevivência sub-humana nestes buracos

os soldados habitavam as trincheiras e lá faziam de tudo,
até a pouca e básica higiene em todos os sentidos



haviam ramificações que serpenteavam entre as trincheiras, 
servido de ligação entre elas

-.-.-.-.-

Na próxima postagem o início do trabalho.
Forte Abraço!
Osmarjun

segunda-feira, 16 de junho de 2014

Death stalking you! (A morte te espreita!)


Prezados Amigos e Seguidores do blog apresento as fotos de mais um trabalho terminado.
A demora as vezes é necessária, pois os detalhes as vezes não são tão simples de serem aplicados.
Alterei o título inicial, pois procurei dar uma definição que tivesse algo a ver com a presença/surpresa de algo no Diorama. A presença de um soldado americano armado, escondido (ajudado) pelo padre na torre da igreja, tanto pode dar a conotação de um ataque surpresa que poderia ocorrer durante o sepultamento do soldado alemão, quanto a possibilidade deste soldado americano ter sido o algoz do soldado alemão que será sepultado. Tirem suas próprias conclusões, deixando a sua imaginação trabalhar.
Bem, de um jeito ou de outro procurei caprichar neste novo trabalho, espero que gostem...

-.-.-


Espero que tenham apreciado.
Até o próximo post.
Forte Abraço!
Osmarjun

sexta-feira, 6 de junho de 2014

06-06-1944 - O MAIS LONGO DOS DIAS...


THE LONGEST DAY

O MAIS LONGO DOS DIAS...

70 ANOS DO DESEMBARQUE ALIADO NA NORMANDIA

HOMENAGEM DO BLOG AOS HERÓIS QUE ATUARAM NO MAIOR CONFLITO ARMADO DA HISTÓRIA DA HUMANIDADE, A SEGUNDA GUERRA MUNDIAL!

Sem ele seria impossível imaginar o mundo de hoje, não sei se pior ou melhor, 
o fato é que o sacrifício destes heróis mudou para sempre a forma do ser humano 
encarar a vida e a morte!
Deixemos que algumas imagens falem por nós
















THE LONGEST DAY



Minha singela homenagem aos heróis do Dia D

Osmarjun

segunda-feira, 14 de abril de 2014

A Conquista de Montese 14/04/45



O 3º Pelotão da 2ª Companhia do 11º Regimento de Infantaria, ocupava, desde 10 de março de 1945, a posição defensiva da Região de Biccochi, Cota 930, quando, às 5h do dia 12 de abril, recebeu ordem, por via telefônica, para organizar uma patrulha de reconhecimento, que, sob o comando de um sargento, teria por missão reconhecer a elevação de Montaurigula e, caso não encontrasse resistência, chegar até Montese.

A patrulha, fortemente armada, com 21 homens, sendo três especialistas em minas, partiu às 9h da sua posição de combate (Biccochi), alcançando Montaurigula sem resistência. Galgou essa elevação e progrediu na encosta sul, rumo geral leste-oeste. Após atingir a metade da elevação, que possuía a forma de uma colina alongada, encontrou um campo de minas antipessoal; o esclarecedor da patrulha já havia caminhado alguns passos dentro do campo, quando percebeu, por sorte e felicidade, as minas, pois algumas achavam-se expostas. Passou, então, a atuar a equipe de minas, retirando 82 minas antipessoal.

"Na jomada de ontem, só os brasileiros mereceram as minhas irrestritas congratulações; com o brilho de seu feito e seu espírito ofensivo, a Divisão Brasileira está em condições de ensinar às outras como se conquista uma cidade".
Gen Crittenberger - Cmt IV Corpo de Exército

Após cerca de 2 horas de espera, a patrulha transpôs o campo minado, prosseguindo na missão.


O moral da tropa atacante era alto; havia gana por parte de alguns soldados, o que levou o comandante do pelotão a conter aqueles que se expunham inutilmente.

Quando o comandante do pelotão realizava os reconhecimentos para assaltar algumas casas "suspeitas" no flanco direito do inimigo, recebeu ordem do comandante da companhia para se desengajar e afastar-se das casas, posto que o Batalhão iria bombardear as resistências inimigas com morteiros 81mm, visando facilitar a conquista do objetivo.

Ao ultimar o reconhecimento de outro flanco, o comandante da patrulha recebeu ordem para retrair, porque a Artilharia Divisionária iria atirar na região e a patrulha já havia ultrapassado, em muito, o tempo programado.

FASES DO ATAQUE A MONTESE - A conquista da cidade de Montese, que era a missão principal da 2ª Companhia, foi planejada para ser realizada em duas fases bem distintas:

1ª Fase: Missão secundária, às 9h - ataque com dois pelotões a dois postos avançados do inimigo.

2ª Fase: Missão principal, às 12h - ataque à cidade de Montese, também com dois pelotões.


Na hora prevista, para a 1ª fase, os dois pelotões atacaram seus objetivos. O primeiro teve, inicialmente, o seu avanço prejudicado pela reação do inimigo, que conseguiu mantê lo à distância, pelos fogos. Assim, só conquistou o objetivo algumas horas depois.
O 2º Pelotão ficou detido em frente a um campo minado, batido por fogos da Infantaria. Nessa oportunidade, seu bravo comandante foi mortalmente ferido com um tiro na cabeça. Esse pelotão sofreu mais baixas e não atingiu o objetivo.
Às 11:45h, o comandante da companhia confirmou a "hora H" do ataque principal como sendo a prevista - 12h.
Na hora aprazada, o pelotão do 1º escalão transpôs, em linha, a crista, sob o espocar de foguetes de estrelas vermelhas, anunciando o ataque. A tropa ultrapassou os pontos mais elevados com grande rapidez, apesar do terreno íngreme. Após o pelotão ter vencido um terço do percurso, sua retaguarda foi batida por densa e compacta barragem de artilharia, que cortou o fio telefônico em vários pontos e colocou fora de combate um soldado da equipe de minas e outro de Saúde.


O grupo ponta, após pequeno deslocamento, parou e assinalou a existência de minas. O comandante do pelotão, ao chegar ao ponto assinalado pelo sargento, constatou, com satisfação, que não se tratava de um campo minado e sim de armadilhas, feitas com fios de arame ligados a minas antipessoal.

Ao chegar ao topo das elevações de Montese, o pelotão tinha perdido o contato com a companhia; o telefone não funcionava por terem os cabos sido rompidos pelos tiros da artilharia inimiga; o rádio deixou de captar e transmitir mensagens, por causa da distância e ondulações do terreno.

O segundo grupo empregado teve o seu avanço sustado por fogos vindos do flanco direito, tendo de permeio um terreno limpo.
Quando se preparava para tomar o dispositivo de assalto, foi surpreendido por inesperado e denso bombardeio da nossa Artilharia, que o envolveu e ao inimigo. Em seguida, atingiu as posições inimigas, quando não havia ainda se dissipado a fumaça das granadas. Os alemães permaneciam no fundo de seus abrigos, e já os nossos ultrapassavam suas posições, perfeitamente camufladas. Os alemães tentaram, então, reagir, mas foram postos fora de combate.

Rompidas as defesas, os grupos foram levados para a frente e empregados na consolidação da posição conquistada e nos ataques aos flancos inimigos.

O 2° Grupo de Combate, logo após juntar-se ao 1°, foi empregado para dominar resistências que hostilizavam nosso flanco direito. Postado em situação favorável e atirando de curta distância sobre um abrigo onde havia sido localizada uma metralhadora inimiga, fez com que os seus ocupantes levantassem um lenço, para logo em seguida se entregarem e as resistências silenciarem.

Depois de demorada luta, em que se conquistou o terreno palmo a palmo, conseguiu-se, no final do dia, dominar as resistências inimigas, fazendo-as retrair após sofrerem algumas baixas.

Ao cair da noite de 14 de abril, estavam dominadas as encostas sudoeste da cidade e quebrada a capacidade defensiva da infantaria alemã, que, desnorteada, abandonou suas posições, deixando no campo de luta alguns mortos e oito prisioneiros. Do nosso lado, houve quatro baixas, sendo um morto e três feridos.


Na noite de 14 para 15 de abril, Montese, não obstante encontrar-se sob domínio das tropas brasileiras, abrigava ainda elevado número de soldados inimigos, o que não impediu a artilharia alemã de desencadear sobre a cidade, naquela noite, cerca de 2.800 tiros.

Na manhã do dia 15, ainda debaixo de maciço fogo da artilharia alemã, a tropa brasileira ultimou a limpeza da cidade.
A conquista de Montese repercutiu favoravelmente nos altos escalões e mereceu dos generais americanos os mais efusivos elogios. Essa batalha ficará marcada para sempre na memória dos soldados brasileiros, pelas lições de bravura e competência operacional dos "pracinhas".
-.-.-.-

Fonte: Exérctio Brasileiro
(Adaptação do texto de autoria do Cel Iporan Nunes de Oliveira - Revista do Exército Brasileiro)


Até o próximo post.
Forte Abraço!
Osmarjun

sábado, 15 de março de 2014

Diorama "O Campanário" - Sequência do trabalho...




Sequência do Trabalho

Optei por ir adicionando os itens já sobre a base trabalhada.
Para o terreno utilizei um elemento usado para moldar terra em maquetes de ferreomodelismo, facilmente encontrada em lojas que trabalham com isso. Após a secagem apliquei a grama da Woodland Scenic com o processo dificílimo do "Static Grass Applicator Tabajara" feito a partir de uma mata moscas...


Se você deseja conhecer o processo todo, clique abaixo da foto do produto acabado e verá um tutorial completo da construção no excelente Site Spruemaster do meu bom Amigo Lucas Rizzi:




Seguindo na descrição do Diorama, algumas sepulturas foram construídas de forma rudimentar, sem detalhes, apenas com o monte de terra e acrescentei pedras no em torno delas. 

Abaixo algumas fotos de vista geral para que saibam como ele está:





Ainda restam muitos detalhes de envelhecimento.
As figuras já estão quase todas finalizadas e logo aparecerão nas próximas imagens.

Espero que tenham apreciado...
Até o próximo post.
Forte Abraço!
Osmarjun